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Shadow in Motion: Coruchéus – Um Teatro Em Cada Bairro

  • inshadowfestivalpr
  • há 7 dias
  • 2 min de leitura

Atualizado: há 4 dias

No dia 12 de Fevereiro, às 18h30, o InShadow leva uma seleção especial de 4 vídeo-danças ao espaço cultural Coruchéus – Um Teatro em Cada Bairro.


A sessão tem como objectivo dar destaque a alguns filmes que foram submetidos para o Festival ao longo do último ano. Nesta seleção, serão apresentados 3 filmes portugueses e 1 filme dos Estados Unidos.


Abaixo os filmes exibidos e respectivas sinopses:


Shark Skin, de Francisco Miguel (PT) 16'

Estreia em Lisboa

“Sapatos de Polimento”, um conto escrito pelo avô do autor, nunca foi lido. Shark Skin revela este texto oculto — imaginando a sua leitura e ecoando as suas imagens através de arquivos, palavras faladas e o corpo coletivo que começa a dançar. Uma carta de um neto traçando os valores partilhados entre a dança e o basquetebol.


BACH [1], de Filipe Faria (PT) 5'

A música de Bach é a essência do presente... a essência da criação, do nascimento, da ruptura... trabalhada em camadas de elementos lineares... de objetos simples, de sons únicos, alimentada por uma arquitetura singular... Átomos para formar novas moléculas... novas conexões para novos sons... para novas partículas... novas camadas... Construção a partir da destruição... Catalisadores da criação, estes sons contêm um potencial notável que transcende o tempo e o espaço. Objecto e substância.



Vultures, de Lea Siebrech e Ângela Bismarck (PT) 20'

Silenciosas e esquecidas durante séculos, as patronas vagueiam como abutres no Mosteiro de Tibães, onde persiste a lenda do monge amaldiçoado. Alimentando-se de um legado que a história suprimiu, elas reaparecem, invadindo o espaço e o tempo e trazendo à luz o seu papel vital na construção do mosteiro. Enquanto o monge habita o limite entre a realidade e o delírio, as figuras imponentes destas mulheres instalam-se na sua memória, tornando-se tão reais quanto o mito que ele próprio encarna. No confronto entre a lenda e o passado silenciado, as mulheres patronas regressam para reivindicar o seu lugar.



Door of No Return, de Sylvia Solf e Suzanne Smith (EUA) 15'

O artista Gregory Maqoma explora a sua própria identidade através de uma narrativa profundamente pessoal apresentada na Casa dos Escravos, na Ilha de Gorée, no Senegal, um marco histórico de uma das jornadas mais horríveis da humanidade. Ansiando por uma forma de superar as complexidades do passado e do presente, a arte de Gregory derruba barreiras e redefine a história.



Agradecemos aos Coruchéus – Um Teatro em Cada Bairro pela colaboração contínua.


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